sábado, 30 de março de 2013

Alfândega em Israel

Olá amigos!

Este post tem que ser muito rapidinho nem sei que horas são, mas amanhece em  Tel-Aviv e Luís disse que sairíamos bem cedo, Espero conseguir ser bem sucinta. Saímos de Roma ás 14 h com destino à Istambul onde fizemos uma conexão (aproveitamos e matamos  saudades do kebab, ainda que no aeroporto não estivesse tão bom!). No aeroporto de Roma ao fazer o chekin  o atendente solicitou a passagem  de saída de Israel, ou seja,  problemas à vista. Explicamos que sairíamos por meio de transporte terrestre, enfim  ele ligou para alguém que nos liberou.

Chegando no Aeroporto de Tel-Aviv,  às 22:30 h aproximadamente,  os problemas começaram já no guichê. A guardinha, bem bonitinha e nova, nos fez mil perguntas e pediu a tal passagem explicamos tudinho de novo e mostramos as reservas de hotéis etc... mas não conseguimos ser liberados ficamos retidos para ser questionados pela polícia, nós e um grupo de latinos americanos. Imediatamente apareceu  " Boris" um uruguaio que esperava este grupo que pertencia a uma excursão provenientes do Equador. Boris mostrou documentos etc (neste momento orei ao Senhor e disse: Tu és nosso advogado, Senhor) então não tive medo. O pessoal de Boris foi  com ele e o policial perguntou se eu preferia ser entrevistada em inglês ... disse que falava português... foi quando ofereceram Boris para intermediar a entrevista (este Boris foi enviado  por Deus, rs) e assim foi.Insistiram em saber com quem estávamos, não sei se é pouco comum pessoas da nossa idade viajar sozinhos para aquelas bandas... perguntaram pela segunda vez quando compramos nossas passagens....e finalmente depois de algumas perguntas mais, nos deram a carteirinha azul (pelo que entendi até o momento, sem ela vc nada faz em Israel) .

Fotos do Hotel



Meia-noite quando tudo isto acabou...  fomos então procurar como chegar ao hotel... desde o começo o hotel avisou da dificuldade de encontrar o distrito em que se localizava...no guichê de informações pedi a moça,  não tão receptiva, a forma mais barata e ela informou que poderíamos pegar um trem  para Tel-Aviv e lá um taxi, ou um taxi direto do Aeroporto. Fomos para a saída 3 e descemos para o subsolo compramos o bilhete e aguardamos o trem por uns 20 min. a placa sinalizava 00:53 min de 31.3.2013. O trem meio vazio nos deixou  na única estação que parava aquela hora  no centro de Tel-Aviv. Pegamos um táxi (motorista com aquela touquinha judia) e mostramos o endereço, ele não conhecia, mas colocou no GPS e calculou que gastaríamos 60 Sh. gente, tem noção do que esse motorista rodou (interrogação) começou a dar voltas e nada.. enfim, ligou para uma  espécie de central que o ajudou.... Dai então hora já bastante avançada ele entrou num bairro completamente diferente, sim, porque o que víamos era uma cidade moderna, linda, ruas largas etc ele entrou num bairro antigo, as ruelas mal cabiam um carro (nestes momentos parecia que o carro era de borracha, ele conseguia fazer manobras dignas de filme, rs), rodamos,, rodamos.. encontramos então um morador que deu informações precisas e ufa... chegamos ao hotel Eden House!! nos acomodamos e saímos aproximadamente 2 h para comer em uma cidade cheia de gente pela noite tudo aberto e muitos jovens na rua... Compramos um Kebab  enooooorme acompanhado de muita verdura e Yougurte, tudo caríssimo (os kebaks foram mais caros que o taxi= 90 Ils tudo ficou por 114 Ils, um lanche!). No hotel, somente nós e as chaves, já que no prédio que ficamos não tinha portaria... muito lindo o apartamento, mas tão minúsculo... tudo feito para pigmeus, acho...




Observações:1) O motorista de taxi foi D+.
2) preço: Aqui  parece que tudo é muito caro= usar plano B (hj mesmo tomar café por nossa conta, comprar coitas no mercado)
3)Os jovens: fiquei muito surpresa com a quantidade de jovens, principalmente  mulheres, em pequenos grupos,  roupas extremamente curtas e sensuais, sapatos altíssimos, maquiadissímas... Vários barzinhos e boates com vários jovens nas portas, me senti totalmente no Brasil, a diferença fica por conta da não existência de violência.

3 comentários:

  1. Iva... que aventura...... Somente você para passar isso.... é muita coragem.....!!! Deus continue lhe abençoando nessa aventura!!!! Lia Silva

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  2. Neide, tambem fiquei com medo ao passar pela alfandega em Telaviv, mas acredito que eles fazem isto com todos!!!esqueca e aproveite!

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  3. Já esqueci, Jane, mas pelo menos vcs estavam em excursão e nós sozinhos e sem passagem de saída, mas já estou amando Jerusalém!!! bjs

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